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“Não vai faltar sala de aula”, garante Caiado após a unificação de 22 escolas 

Governador também falou sobre o desejo de trocar a empresa de energia elétrica Enel para a portuguesa EDP

O governador do estado de Goiás, Ronaldo Caiado, assegurou nesta sexta-feira, 17, em entrevista à Rádio Brasil Central, que a unificação de escolas da rede estadual visa principalmente a melhoria constante da qualidade da educação em todo o Estado. Caiado esclareceu que a unificação das 22 escolas da rede estadual de ensino com baixo nível de ocupação é um mecanismo da Secretaria de Estado da Educação, adotado com total responsabilidade, para alcançar um dos compromissos de seu Governo, que é a expansão do ensino em período integral. E assegurou: “Não vai faltar sala de aula para ninguém no Estado de Goiás”.

A fusão de escolas com baixo índice de ocupação, explicou o governador, otimiza os recursos públicos para garantir a todos os alunos da rede a melhoria constante da qualidade de ensino. Hoje, o Estado conta com 151 escolas de ensino em período integral e a transformação está em curso. Há um convênio com a União para adotar o mesmo formato em outras 24 unidades da rede. Segundo ele, Goiás recebeu ainda um repasse de verba do Ministério da Educação para ampliação das salas na região do Entorno, além da instalação de mais quatro escolas cívico-militares.

Crise energética

Durante a entrevista, Ronaldo Caiado também respondeu a questionamentos sobre a busca por soluções para a crise energética de Goiás. O governador defendeu a troca do controle da concessão da distribuição de energia elétrica da Enel para a portuguesa EDP, empresa que opera no Espírito Santo e que oferece um serviço de excelência, de acordo com a avaliação do governo local. A EDP já demonstrou total interesse em atuar no Estado. 

Caiado pontuou que a Enel não conseguiu cumprir as metas acordadas com o governo no início do ano passado e que a empresa atua em Goiás sob o descrédito da população. O governador destacou que dois termos de compromisso já foram assinados pela empresa, um em janeiro e outro em agosto de 2019. Mesmo assim, em outubro e novembro, com o início do período chuvoso, o Estado viveu um enorme colapso energético, causando prejuízos em todos os segmentos. 

 

Angélica Camila de Oliveira

cultura.jornaldap@gmail.com

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