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Obras da Praça do Cruzeiro chegam à reta final

A fonte, localizada na extremidade sul da praça, é um dos pontos existentes no local que está recebendo atenção especial, com nova fiação e também novos equipamentos

A Praça Comendador Germano Roriz, conhecida como Praça do Cruzeiro, orçada em R$ 800 mil e tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN),terá a primeira etapa da revitalização concluída nos próximos dias. É o que revela o secretário Municipal de Planejamento Urbano e Habitação (Seplanh), Henrique Alves.

“Concluímos a primeira etapa da concretagem, todo o cabeamento e fiação da fonte, a laje do mirante, e estamos preparando uma segunda etapa, com as escadarias, que segue até o próximo sábado, 15”, explica Alves, ao acrescentar que daqui a duas semanas o trabalho será centrado na parte de baixo, como passeio, mobiliário urbano e paisagismo.

A fonte, localizada na extremidade sul da praça, é um dos pontos existentes no local que está recebendo atenção especial, com nova fiação e também novos equipamentos. Além disso, a fonte passará a contar com um mirante de contemplação com visão para a região norte da cidade, uma cascata e um espelho d’água, tudo equipado com iluminação especial.

A nova fonte terá espelho d’água e área de contemplação, além de cinco novas áreas de convivência, com bicicletário e playground. O local também receberá duas lombofaixas, que auxiliam na redução de velocidade dos veículos que transitam no entorno da praça e facilitarão o acesso da população ao novo espaço.

Com área total superior a 17 mil metros quadrados, o local foi construído em 1947 e foi palco da primeira missa cultural celebrada na capital e por esse motivo recebeu o monumento do Cruzeiro do Sul, que é tombado pela Secretaria Municipal de Cultura (Secult) e pelo IPHAN. O monumento está passando pelo processo de restauração, respeitando as suas características originais.

A revitalização do espaço é mais uma etapa do Programa ReViva Goiânia, que tem o objetivo de recuperar a região do Centro e de Campinas, devolvendo à população espaços que eram utilizados para convivência e que, ao longo do tempo, ficaram subutilizados.

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