Polícia

Delegacia de Proteção ao Adolescente vai às escolas alertar os jovens sobre crimes virtuais

Entre os temas estavam os riscos em torno do uso das redes sociais

Os próximos encontros, escolas: Caraíbas, Parque Santa Cecília e Rafael Campos. Foto: Divulgação/PC

Por: Suely Carvalho

 

 

A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Aparecida de Goiânia, deu início na última sexta-feira (23), a um ciclo de palestras, direcionadas aos jovens estudantes da rede pública municipal. Em alusão ao Dia das Crianças, data a ser comemorada no próximo dia 12, foram escolhidos temas voltados para o público adolescente.

 

O objetivo é alertar os jovens sobre os riscos que envolvem o uso das redes sociais e os crimes praticados no meio virtual.

 

O primeiro ciclo de conversas entre os alunos e as ministrantes, representadas pela delegada Thaynara Berquó, e a psicóloga Aliciana, foi realizado na Escola Municipal Telma Regina, no Setor Veiga Jardim.

 

Que contou também com a presença da equipe do Secretário Municipal de Educação e sua assessoria jurídica. As palestras serão realizadas ainda, em mais três escolas da rede municipal de ensino da cidade, sendo elas, Escola Caraíbas, Parque Santa Cecília e na escola municipal Rafael Campos.

 

“Informamos os jovens dos riscos que correm na internet como os fornecimentos de dados, exposição de imagens, cautela para conversar com desconhecidos. Pois muitas das vezes, essas pessoas são pedófilos, criminosos que se apropriam e solicitam imagens pornográficas e pode acontecer de chantagear as vítimas e nisso colocarem ela em um ciclo de violência”, pontuou a delegada da DPCA Thaynara Berquó.

 

Ela ressalta que estão sendo expostos os processos de como isso se inicia e o que fazer para evitar. “Mostramos qual o perfil do criminoso, explicamos quais as conduta que caracteriza abuso sexual da criança e do adolescente, o que são atos libidinosos , o que é considerado crime e também abordamos temas como o cyberbulling, o incentivo ao suicídio e à automutilação, que vem acontecendo frequentemente no meio virtual”, finalizou a investigadora ao Diário de Aparecida.

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