Goiás

Caiado participa de missa solene em celebração aos 88 anos de Goiânia

O governador Ronaldo Caiado participou, neste domingo (24/10) de missa solene em ação de graças pelo aniversário de 88 anos de Goiânia. O prefeito da capital, Rogério Cruz, e a primeira-dama do município, Thelma Cruz, também acompanharam a celebração da palavra que foi presidida pelo arcebispo de Goiânia, Dom Washington Cruz.

A procissão de entrada foi liderada por Dom Washington. No início da cerimônia, ele pediu que seja consolidada na capital a justiça e a concórdia, que os governantes tenham sabedoria e “todos tenham acesso à cidadania e à paz”. Convidado a realizar a primeira leitura, o governador Ronaldo Caiado fez a apresentação do livro do profeta Jeremias, que diz: “Isto diz o Senhor: Exultai de alegria por Jacó e dizei: Salva, Senhor teu povo, o resto de Israel”.

No Evangelho segundo São Marcos, foi proferida a passagem em que o filho de Timeu, Bartimeu, que era cego, pedia esmolas, quando rogou a Jesus: “Tenha misericórdia de mim”. Jesus responde: “Vá, a sua fé o curou”, e imediatamente ele recuperou a visão.

Na homilia, após instruir os fiéis sobre evangelho, Dom Washington ressaltou o aniversário da capital e afirmou que “essa cidade é o nosso endereço, a referência de nossas vidas, aqui trabalhamos, nos alimentamos, formamos família e comunidades. Aqui estão nossas principais histórias. Com 88 anos é possível chamar Goiânia de jovem cidade após a sucessão de tantas e tão diversas gerações”, afirmou.

História da capital
Em 24 de outubro de 1933, em local definido pelo engenheiro, arquiteto, urbanista e paisagista, Attilio Corrêa Lima, responsável pelo projeto urbanístico da nova capital, Pedro Ludovico lançou a pedra fundamental de Goiânia. De acordo com relatos históricos, o nome sugerido para a nova capital de Goiás teria sido “Petrônia”, em homenagem ao seu fundador Pedro Ludovico.

O jornal O Social havia realizado um concurso cultural com seus leitores para o batismo da nova cidade. Dois nomes concorreram: Petrônia e Goiânia. O primeiro foi escolhido por 68 leitores do jornal, enquanto Goiânia obteve menos de 10 votos. Pedro Ludovico, no entanto, preferiu Goiânia e em decreto de 02 de agosto de 1935, formalizou o nome da nova capital.

Construída inicialmente para 50 mil habitantes, Goiânia experimentou um crescimento moderado até 1955. Entretanto, devido a uma série de fatores, como a chegada da estrada de ferro, em 1951, a retomada da política de interiorização de Getúlio Vargas, de 1951 a 1954, a inauguração da Usina do Rochedo, em 1955, e construção de Brasília, de 1954 a 1960, cerca de 150 mil pessoas já habitavam a nova capital em 1965.

Hoje, a capital do Cerrado possui mais de 640 bairros e população estimada pelo IBGE de mais de 1,5 milhão de habitantes.

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