Goiás Online

Edição Impressa nº2771

Helton Lenine  /   heltonlenine@gmail.com

O MDB, mais uma vez, poderá chegar às eleições dividido. Agora, a intransigência de Gustavo Mendanha poderá afastá-lo de Daniel Vilela e Iris Rezende, principais lideranças do partido, comprometendo o seu futuro político em Goiás. Mendanha corre o risco de isolar-se no MDB, caso venha a “trair” os seus principais companheiros de partido.

Comunicação
O deputado federal Delegado Waldir, presidente do PSL de Goiás, aproveitou evento em Anápolis para destacar o trabalho realizado pela Comunicação do Governo Caiado, comandado pelo jornalista Tony Carlo, em relação à transparência dos atos da gestão.

Reaproximação
Em discurso na posse de Ciro Nogueira (PP) na Casa Civil, o presidente Jair Bolsonaro citou Ronaldo Caiado duas vezes. Na primeira, falou sobre pedido do goiano para doação de terreno da União para construção do Hospital do Câncer.

Ferrovia Norte-Sul
A segunda citação diz respeito à Ferrovia Norte-Sul. Direcionando a fala ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, Bolsonaro disse: “Convidei Caiado para a nossa viagem de quatro, cinco dias, inaugurando daqui a dois, três meses, a conclusão da Norte-Sul.”

“Velho colega”
“Como a gente nega o clamor de um velho colega? Já falei para ele, mesmo sem falar com Guedes: está decidido”, ressaltou Bolsonaro, olhando para o governador de Goiás.

Rodovias
O governo de Goiás ultrapassou a marca de mil quilômetros de rodovias recuperadas em apenas seis meses (janeiro a julho de 2021), com investimentos de mais de R$ 220,8 milhões.

Cacifando
Ronaldo Caiado participou de jantar com 35 prefeitos da base do vice-governador, Lincoln Tejota (Cidadania). Encontro organizado pelo vice-presidente da Agehab, Luiz Sampaio, ligado a Lincoln.

Troco
Em todas as vezes que Gustavo Mendanha fizer críticas a Ronaldo Caiado haverá troco da parte de Ernesto Roller, secretário estadual de Governo.

É mesmo?
Mesmo com o evidente assédio que vem recebendo do PSDB e de aliados do ex-governador Marconi Perillo (PSDB), Gustavo Mendanha garante que não vai deixar o MDB e não pretende disputar cargos no ano que vem. “Então, não estou buscando partido para as eleições”, afirma.

Anti-Marconi
Em carta endereçada ao presidente estadual do MDB, Daniel Vilela, 27 prefeitos emedebistas, embora não tenham citado nomes, criticaram a aproximação de Gustavo Mendanha com o grupo liderado pelo ex-governador Marconi Perillo (PSDB).

Anti-Marconi II
“Não podemos deixar que a força e a credibilidade do MDB goiano sejam utilizadas para escorar projetos políticos de grupos que nunca representaram os ideais e as práticas que defendemos”, ressaltam os emedebistas na carta.

Muito cedo
O debate sobre as eleições de 2022 começou cedo em Goiás e já acirra os ânimos de dirigentes partidários, parlamentares e do eleitor de um modo geral.

Só em julho
Os partidos só irão escolher candidatos a governador, senador, deputados federal e estadual em julho/agosto do ano que vem, além de aprovar coligações.

Baldy terá encontro com Caiado para tratar de aliança
Com a intermediação do prefeito Roberto Naves e o respaldo de Ciro Nogueira e Arthur Lira, o presidente do Progressistas de Goiás, Alexandre Baldy, deverá avançar nas conversas sobre alianças com o DEM nas eleições de 2022. Um jantar no Palácio das Esmeraldas deverá ocorrer este mês, oportunidade em que Ronaldo Caiado e Baldy deverão conversar sobre reaproximação política nacional e estadual.

 

RESUMO

O Ministério Público de Goiás alerta o prefeito Gustavo Mendanha (MDB) de que é ilegal (e pode ser punido por isso) usar as dependências da Cidade Administrativa para evento político-eleitoral-partidário.

Encontros presenciais e troca de telefonemas e mensagens pelo WhatsApp entre Gustavo Mendanha e Daniel Vilela têm diminuído nas últimas semanas, segundo assessores do prefeito de Aparecida.

Caso o MDB indique o candidato a vice-governador na aliança com o DEM, o senador Luiz do Carmo deverá disputar mandato à Câmara Federal em 2022.

A posse do aparecidense Max Menezes (MDB) como deputado estadual ficou para janeiro de 2022, diante da decisão de Humberto Aidar de retardar a renúncia do mandato para assumir o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).

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