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Empresários querem reaproximar Aparecida do governo do Estado

Um movimento em curso entre os grandes empresários com negócios em Aparecida tem o objetivo de reaproximar a prefeitura local do governo do Estado, ou seja, na prática, reabrir o diálogo entre o prefeito Gustavo Mendanha e o governador Ronaldo Caiado.

Aparecida tem sete polos empresariais: Cidade Empresarial (complexo de comércio e de serviços), Polo Industrial Vice-Presidente José Alencar, Polo Empresarial Goiás, Distrito Municipal Agroindustrial de Aparecida de Goiânia (Dimag), Distrito Industrial de Aparecida de Goiânia (Daiag), Polo de Reciclagem e o All Park Empresarial. Coincidência ou não, todos criados e instalados nas gestões anteriores à de Mendanha, que até prometeu em suas campanhas implantar mais um, mas até hoje sem nenhuma ação concreta nesse sentido.

Há empresas no município que se enquadram entre as maiores do País, caso da TransZilli, com uma frota de 2 mil caminhões atuando no setor de logística. De um modo geral, acredita-se que os anos de paz política dos governos de Ademir Menezes e Maguito Vilela proporcionaram as condições ideais para a atração desses investimentos para Aparecida e o seu consequente florescimento.

Esse eixo que sustentava a economia local, no entanto, foi quebrado pela decisão de Mendanha de romper com Caiado, reclamando do apoio que o governador deu a uma adversária na eleição do ano passado e classificando como “perseguição” os inquéritos da Polícia Civil que apuram corrupção na prefeitura e no hospital municipal, por sinal, repletos de provas contundentes que ainda vão dar o que falar.

Mendanha se afastou do Palácio das Esmeraldas, ao contrário dos seus antecessores, que sempre mantiveram proximidade. Quando Caiado vem a Aparecida entregar obras e benefícios, ele não aparece, caracterizando assim o seu desprezo pelas ações do governo do Estado que são positivas para a cidade e a sua população. Esse distanciamento, entendem os empresários, prejudica a economia, o que pode ser comprovado pela queda da atração de negócios para Aparecida, que já chamava atenção no 1º mandato de Mendanha e agora, no 2º, beira a insignificância.

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