Quinta, 15 de Abril de 2021
15 de Abril de 2021

Governo de Goiás inaugura sede do Grupo de Repressão a Estupros da Polícia Civil

Localizado no Setor Jaó, em Goiânia, prédio passa a abrigar estrutura inédita, que concentra investigações para elucidar crimes sexuais complexos. Vice Lincoln Tejota representa governador Ronaldo Caiado na solenidade e diz que ele se guia “pelo fundamento científico e pelos resultados”. Rodney Miranda (Segurança Pública) acredita que trabalho iniciado em Goiás será “exemplo para o Brasil”

O Governo de Goiás entregou, na manhã desta terça-feira (09/02), a sede do Grupo Estadual de Repressão a Estupros (Gere), localizada no Setor Jaó. A estrutura, pertencente à Polícia Civil, vai abrigar os serviços de inteligência que dão suporte às investigações nos casos de violência sexual no Estado. O vice-governador, Lincoln Tejota, representou o governador Ronaldo Caiado na solenidade e fez o descerramento da placa de inauguração.

Para Tejota, a nova unidade é uma resposta do programa de governo de Caiado para dar retorno àquele que definiu como um tema central nos anseios da população, a segurança pública. Segundo ele, a atuação do governador “se guia pelo fundamento científico e pelos resultados”. “Não é à toa que, em todas as outras áreas, nós estamos colhendo frutos positivos”, defendeu.

O grupo, que atua em crimes complexos, foi anunciado em outubro do ano passado pelo governador Ronaldo Caiado, ocasião em que o trabalho, inédito no Brasil, foi iniciado como mais uma via de atuação para diminuir a impunidade e inibir a incidência deste tipo criminal. “Não vou admitir qualquer nível de agressão contra mulher em nosso Estado”, determinou Caiado na época. O trabalho, planejado para atuar junto às delegacias que atendem vítimas de estupro, gira em torno da utilização de ferramentas de tecnologia, análises e parcerias com o Instituto de Identificação e com a Superintendência de Polícia Técnico-Científica.

O secretário de Segurança Pública, Rodney Miranda, acredita que o trabalho iniciado em Goiás será “exemplo para o Brasil”. Ele reforçou a linha constante de atuação do governo para reduzir a criminalidade, com medidas de conscientização e prevenção para proteger a população mais vulnerável. “Não há espaço para este ou outro crime no Estado de Goiás. Não há crime de maior repulsa na sociedade como a violência sexual. Estamos trabalhando para acabar com a impunidade e, ao mesmo, tempo acabar com este tipo de covardia”, declarou.

O deputado estadual coronel Adailton enalteceu o Gere enquanto “novidade em termos de segurança pública” e como um marco na missão de promover defesa ao povo goiano. “Defender o ser humano é um dever de todos”, assinalou. Já a deputada estadual Adriana Accorsi vê no novo serviço um passo importante para o cumprimento da lei e elucidação de crimes. “Quem ganha é a verdade e a Justiça, pois combater a impunidade é o principal caminho para termos um Estado mais seguro”, disse.

Para a delegada-geral adjunta, Letícia Franco de Araújo, o empenho do governador e equipes da área de segurança pública formatou um trabalho “diferente de tudo o que já se viu na atuação da polícia jurídica no Brasil”. “Esperamos realmente que a Polícia Civil possa se dedicar muito a este incremento de atuação para esta demanda que foi identificada e que precisava ser enfrentada com urgência”, pontuou.

Titular do Gere, a delegada Karla Guimarães explicou que o grupo não atua no atendimento às vítimas, mas estrategicamente ao concentrar as investigações e promover a conexão entre as delegacias “com trabalhos de análise de laudos, alinhamento e interlocuções entre colegas”. “Este crime fere a alma e atinge toda a família”, declarou.

Também participaram da solenidade a superintendente de Polícia Judiciária, Renata Cheim Gomes Rocha; a defensora pública Gabriela Marques Rosa Hamdan; a presidente do 31º Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) e da Associação dos Moradores do Setor Jaó, Adriana Garcia Reis Dourado; o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Esmeraldino Jacinto de Lemos; e o comandante do Policiamento da Capital, coronel Clives Pereira Sanches, que na ocasião representou o comandante-geral da Polícia Militar.

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