Quinta, 05 de Agosto de 2021
05 de Agosto de 2021
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Imóvel abandonado no Nossa Senhora de Lourdes era ponto de encontro de usuários de droga e travestis

Procurado pela Acirlag, o secretário de Desenvolvimento Urbano acionou o Grupo Padrão, que enviou pedreiros ao local e iniciou os reparos, fechando com paredes de alvenaria as entradas de acesso à obra

A antiga Faculdade Padrão, na Vila Nossa Senhora de Lourdes, nas regiões dos motéis em Aparecida, se tornou motivo de preocupação dos moradores da região. Segundo eles, o imóvel era usado por usuários de droga e era ponto de aglomeração de travestis, que por vezes foram flagrados atendendo clientes no local. Com o mato alto, o aspecto de estrutura abandonada e a depredação, o prédio se tornou propício para o esconderijo de bandidos e a movimentação noturna provocada por uma onda de prostituição. A situação se tornou insustentável para a vizinhança, formada por comerciantes e residências de famílias.
“O imóvel abandonado se transformou num verdadeiro mocó e fluxo para prostituição. Empresários que tiveram suas empresas roubadas procuraram a Acirlag, que está na região, para juntos buscarmos uma solução. Fomos em busca dos serviços da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, e o Max Menezes, presidente da pasta, nos recebeu e prometeu acionar os responsáveis pela obra abandonada e limpar o local”, disse o presidente da Acirlag, Maione Padeiro.
Segundo ele, um dos fatos que chamaram a atenção foi o de um travesti (garoto de programa) que conduziu um sargento da Polícia Militar aos esconderijos da antiga faculdade no objetivo de atendê-lo. Segundo informações, o sargento não tinha dinheiro em espécie para pagar o programa e teve a arma roubada pelo travesti. “Os moradores ficaram com medo de o travesti disparar tiros com a arma. O caso foi parar na delegacia”, relatou Maione.

Solução
Acionado pela Acirlag, o Grupo Padrão enviou pedreiros ao local e iniciou os reparos, fechando com paredes de alvenaria as entradas de acesso à obra. “O secretário Max notificou o representante do Grupo Padrão e conseguiu liberação para entrar e fazer a limpeza interna, que implica na retirada de todo o mato, que está em tamanho gigante. Reconhecemos e agradecemos a solução”, concluiu Maione.

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