Quinta, 05 de Agosto de 2021
05 de Agosto de 2021
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PM-GO apreende dois carros e mais de R$ 400 mil em mercadorias roubadas no Jardim Itapuã

A partir de agora, a PC-GO assume as investigações para tentar identificar a origem e os proprietários dos materiais apreendidos

Por meio da Seção de Inteligência da Polícia Militar de Aparecida de Goiânia, que monitora a ação de quadrilhas especializadas em diversas modalidades criminosas, inclusive as de roubo de cargas, foi preso na última sexta-feira, 16, Wallyson Gomes da Silva, 25 anos, que tinha em seu poder R$ 450 mil em diversos materiais roubados. O material foi encontrado numa residência no Jardim Itapuã, em Aparecida de Goiânia.
O assessor de comunicação social do 2°CRPM, tenente Wanderley Alves Moura, disse, em entrevista exclusiva ao Diário de Aparecida, que o proprietário da carga ilícita tinha diversas passagens por furto e roubo. Após ser detido, ele confirmou que no local havia grande quantidade de material de origem ilícita. “Na residência, também foram localizados dois carros que forneceriam suporte às ações criminosas. No local, havia desde peças para veículos até itens de alimentação e material descartável. Acredita-se que o material era acumulado ali e posteriormente a quadrilha fazia a separação para ofertar os itens a possíveis interessados, por um preço muito menor do que o valor de mercado”, explicou Moura.
A partir de agora, a Polícia Civil assume as investigações para tenta identificar a origem e os proprietários das mercadorias. Acredita-se que Wallyson é apenas um dos membros de uma quadrilha bem maior que ainda precisa ser desbaratada.
“A Polícia Militar sempre recomenda o registro das ocorrências de roubo e furto, especificando com a maior exatidão possível todos os itens que foram subtraídos. Em situações como esta, fica bem mais fácil localizar os proprietários, restituir os bens e implicar os infratores nas penas da lei. Em contrapartida, existe sempre a recomendação para que se evite adquirir itens de origem duvidosa ofertados muito abaixo do preço de mercado. Estes itens podem ter origem criminosa e o cidadão que os adquire está ajudando as quadrilhas a continuarem suas práticas delitivas”, destacou o tenente.

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