Terça, 21 de Setembro de 2021
21 de Setembro de 2021
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Polícia Civil prende pastor suspeito de estuprar ao menos seis crianças em Itaberaí

De acordo com as investigações, os atos teriam começado ainda na primeira década dos anos 2000, quando o homem era líder de uma instituição religiosa na cidade. Na época, vítimas tinham menos de 10 anos de idade

A Polícia Civil do Estado de Goiás (PC-GO), por meio da equipe de Itaberaí, cumpriu ontem, 14, mandado de prisão temporária contra Willian de Souza Adriel, 53 anos, suspeito de estuprar crianças e adolescentes quando era pastor de uma instituição religiosa. O suspeito foi preso em sua residência, localizada na mesma cidade. A prisão aconteceu após uma longa investigação criminal desenvolvida pela delegacia da cidade. Em entrevista ao Diário de Aparecida, o delegado de Polícia Civil Kristian Felipe da Rosa disse que a polícia representou pela prisão cautelar do suspeito, após a investigação apontar que o homem teria praticado diversos estupros contra menores.

“De acordo com as investigações, os estupros teriam começado ainda na primeira década dos anos 2000. A suspeita é de que o pastor se valia de seu ministério, a partir da posição que ocupava em uma igreja da cidade, para ganhar a confiança das famílias e se aproximar das crianças e adolescentes e perpetrar os crimes de estupro. Até o momento, a Polícia Civil já identificou cerca de seis vítimas. Na época dos fatos, elas tinham menos de dez anos de idade”, explicou.

Segundo o delegado, a Polícia Civil apura ainda denúncias de outras vítimas do autor. O suposto pastor encontra-se à disposição da Justiça, recolhido na Unidade Prisional de Itaberaí. Ele responderá pelo crime de estupro de vulnerável, cuja pena é de reclusão de 8 a 15 anos.

“A divulgação da imagem do investigado segue em conformidade com o despacho do delegado responsável pela investigação, fundamentado nos ditames da lei, haja vista que podem existir outras crianças ou adolescentes vítimas do autor. Há, portanto, interesse público na divulgação da imagem, de modo que outras eventuais vítimas façam seu reconhecimento e compareçam na Delegacia de Polícia para a tomada das providências legais cabíveis”, enfatizou Kristian Felipe da Rosa. (Por Edna Barbosa / jornalismo@diariodeaparecida.com)

 

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