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Procon indica variação de até 30,77% no preço do gás de cozinha

O consumo de gás de cozinha aumentou muito em função do isolamento social e, como consequência, há maior procura do produto nas revendas. Para ajudar o consumidor a economizar na hora da compra, o Procon Goiânia realizou entre os dias 3 e 8 de julho uma pesquisa de preços do gás de cozinha, aqui na capital.

Foram coletados os preços de gás de cozinha de 13 quilos e cilindro de 45 quilos em 24 estabelecimentos localizados em vários bairros de Goiânia, com preços diferenciados para retirada no local ou entrega em domicílio.

O menor preço encontrado para o botijão de 13 quilos (o mais usado em residências), sem taxa de entrega, foi de R$ 60 e, o maior, de R$ 75, uma variação de 25%. Com a entrega em domicílio, os valores variam de R$ 65 a R$ 85,00, variação de 30,77%.

O cilindro de 45kg (utilizado em apartamento, comércio, bares e restaurantes), variou 47,83%, com preços entre R$230 e R$340.  O vasilhame do botijão de 13kg foi encontrado entre R$160 e R$230, uma variação de 43,75%. O vasilhame do cilindro de 45kg pode custar de R$640 até R$ 1.020,00, uma variação de 59,38%.

O levantamento do Procon demonstra que ao pesquisar o consumidor pode economizar até R$ 20 na compra do gás de cozinha. De acordo com uma pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do gás de cozinha em Goiânia é de R$72,81. Podendo variar entre R$ 70 e R$ 75.

Orientações gerais
No relatório da pesquisa, além do endereço de todos os estabelecimentos pesquisados, o consumidor também poderá encontrar uma série de orientações e cuidados relacionados à prevenção no uso do botijão de gás e cuidados na instalação do produto.

O Procon Goiânia recomenda alguns cuidados na hora de adquirir o gás de cozinha. Além de comprar somente de revendedores autorizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o consumidor  deve verificar se o botijão se encontra em boas condições, com lacre, rótulo de segurança com instruções de uso, nome da empresa fornecedora em alto relevo, assim como mês e ano de fabricação legível. O consumidor não deve aceitar botijões amassados, danificados ou enferrujados.

Mayara Ferreira

Estagiária supervisionada pelo editor Jorge Borges

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