Segunda, 20 de Setembro de 2021
20 de Setembro de 2021
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Ronaldo Caiado, o Sr. Vacina

Governador fez da prevenção à Covid-19 uma questão de Estado e é exemplo nacional na luta para levar a imunização a todas as brasileiras e todos os brasileiros

Dia ou noite, lá está ele no aeroporto esperando o novo carregamento de vacinas. Tem sido assim, incansavelmente. Não importa quantas virão: lá está ele no aguardo. Lá está ele, Ronaldo Caiado, tornou-se o Sr. Vacina, consciente de que ela é a diferença entre a saúde e a doença, entre a vida e a morte.
Milhões de goianas e goianos, se pudessem, também estariam ali no hangar observando cada pacote de vidrinhos com a gota que salva. Esses e essas milhões estão ali tendo-o como representante. E ali, na madrugada do Santa Genoveva, está um homem do grupo de risco, que entrou na fila quando o calendário apontou que era a sua oportunidade.
É pelos milhares que formarão filas em busca da vacina que Ronaldo Caiado não fraqueja. Espera de pé, mexendo nos cabelos brancos ou com as mãos na cintura, impaciente, até ouvir o prefixo do voo que pede espaço para pouso. Quando amanhecer, as primeiras luzes do Sol encontrarão os carros das 246 secretarias municipais de Saúde chegando às cidades com CoronaVac, AstraZeneca…
Podem olhar os pacotes: estão com as digitais de Ronaldo Caiado. O Sr. Vacina repete que não troca vida por votos. Por isso, tomou medidas que alguns consideraram impopulares, mas em prol de todos. Mesmo com um (Sandro) ou outro (Mabel) instigando empresários e fanáticos contra os decretos da Saúde, Ronaldo Caiado obteve a aprovação do povo. É o povo que também não dorme enquanto não chegam as vacinas. É o povo que testemunha seu empenho pessoal.
É tempo de sacrifício, o governador é o 1º a se sacrificar. No aniversário da esposa, Gracinha, onde estava Ronaldo Caiado? Ligando pra ter notícia de vacina, esperando vacina, querendo vacina, buscando vacina. Nos domingos e feriados? Mesma rotina. E aos sábados? Ritual repetido, ao lado de Ismael Alexandrino, o secretário estadual de Saúde, que tem metade da idade e o dobro do esforço para conseguir acompanhar o governador.
Mas ali ao pé da escada durante o desembarque dos frascos não está um governador. É o médico Ronaldo Caiado, o Sr. Vacina. Quando tinha chuva? Olhe ele lá se arriscando a resfriados. Chegou o frio? Continua lá, altas horas, com os pelos dos braços arrepiados, grudado na vacina. Por quê? Porque Ronaldo Caiado fez da prevenção à Covid questão de Estado.
Quem o vê olhando a pista vazia, com a mão como aba reta acima dos olhos a apurar a vista pra notar eventual avião no horizonte, se convence de que o novo coronavírus tem um inimigo atento, infatigável e especialista no bem-estar da população. Deve-se a tamanha persistência o passo inicial dos investimentos federais.
A relação antiga dos tempos de Câmara dos Deputados foi insuficiente para manter a aliança quando o presidente da República menosprezou a doença. O rompimento foi imediato. Voltaram às boas apenas depois de o negacionista ser convencido por Ronaldo Caiado a implementar o Plano Nacional de Imunização.
Foi igualmente do Sr. Vacina a ideia de não discriminar os pobres, os deficientes, os idosos, os portadores de comorbidades (novo nome de doença crônica). Ronaldo Caiado espalhou para as demais unidades da Federação o humanitarismo na prática – todos os braços merecem ser vacinados, não importa se tenham no pulso um Rolex ou somente os batimentos cardíacos.
Para o coração continuar batendo, é preciso apanhar as vacinas no aeroporto. Quais? Aquelas pelas quais Ronaldo Caiado tanto batalhou. É fundamental vigiar e orar. E o Sr. Vacina capricha nas vigílias. Se ele voltar pra casa e dormir, as vacinas vão chegar de qualquer jeito? Vão, mas oferece-lhes padrão de chefes de Estado – elas, não ele. Se alguém ali é chamada de Sua Excelência – é a vacina, não.

Vocação do governador, como médico, é cuidar das pessoas

E assim o Estado de Goiás está concluindo sua grande travessia – começou com a do deserto de alternativas, em 2019, quando Ronaldo Caiado assumiu tendo a folha de dezembro sem pagar, 7 mil quilômetros de buracos nas GOs, Hospital Materno-Infantil em fase de lixão, Hugol sem UTI neonatal, escolas sob escombros; – atravessou o mar marrom de lama, pois havia um esqueleto de corrupção em cada armário, e ele jogou desinfetante, moralizou: o Detran passou de pocilga a Departamento de Trânsito, a Agetopa tudo por dinheiro deixou de ser Escritório do Crime e agora asfalta com qualidade por preço justo; – o sofrimento do povo foi e é grande com a pandemia, mas graças a Deus encontrou forças para chegar à outra margem, vencendo seguidas ondas.
É Deus no Céu e Ronaldo Caiado no portão do hangar. Controla até as expedições. Quer chamar de chato? Chama. Mas o termo apropriado é outro: cuidadoso. Cuidar é a vocação de Ronaldo Caiado desde que morava em república em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, para fazer preparatório e o curso de Medicina. Cuidar. Cuidar de gente. Cuidar de gente era fazer intermináveis plantões nos tempos de acadêmico e residente. Cuidar de gente, urgente, na emergência dos hospitais públicos, já como médico. Cuidar de gente na COT, onde consertou colunas até hoje retinhas. Cuidar de gente na produção rural. Cuidar de gente como deputado, senador, governador.
Ronaldo Caiado cuida de pessoas físicas e jurídicas, pois a retomada da economia depende de pessoas imunizadas. Goiás está na faixa dos 60 anos, logo vacinará os demais. E tudo vai se ajustando.
Mas Ronaldo Caiado não é somente o Sr. Vacina. É também o Sr. Emprego. A série de políticas públicas que implantou fez de Goiás campeão na geração de vagas: saldo de 40 mil carteiras assinadas de janeiro a março deste ano. E lembre-se de que foi um 1º trimestre terrível. Pela Saúde, pela honestidade, pelas vagas de trabalho, Goiás só tem a agradecer ao Sr. Vacina, ao Sr. Emprego. (N.G.).

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